Aumento do ICMS deve trazer aumento na gasolina do Paraná DIA A DIA 2 dia a dia QUARTA-FEIRA, 8/10/2008 l diaadia@gazetadoparana.com.br l (45) 3218-2535 ROMULO GRIGOLI DA REDAÇÃO - CASCAVELTodo dia é possível notar o grande nú mero de pessoas que passam pelo ConsórcioIntermunicipal de Saúde do Oeste do Para ná (Cisop), sede de Cascavel, em busca de atendimento. Por mês o número de pessoas chega a 15 mil, compreendendo a cidade de Cascavel e mais 25 cidades de abrangência da 10ª Regional de Saúde. As necessidades dos pacientes são muitas e o tempo para que eles sejam encaminhados ao médico especialista também pode demorar em cada caso. A trabalhadora rural Maria Aparecida Gomes Silveira, precisou vir de Catanduvas para conseguir atendimento pediátrico para sua filha. Ela afirma que neste caso não houvedemora e que a menina conseguiu ser aten dida pelo médico. "Não enfrentamos muitos problemas, sempre tem um profissional para consultar nessa especialidade", comenta ela. Porém para casos mais complicados a reclamação é sempre a mesma. "Precisamos aguardar muito tempo na fila de espera", diz Maria Aparecida. No seu caso ela afirma que já está na fila para fazer uma cirurgia no seio há mais de três anos. "Enfrento essa dificuldade e a informação repassada é de que eu preciso esperar", desabafa. Na opinião da costureira Josefina Pavone, de Guaraniaçu existe demora, pois é grandequantidade de pessoas que precisam de aten dimento. " O serviço está fazendo o que pode eu consegui atendimento, mas sei que muitos ainda tem necessidade", afirma.Outro exemplo de paciente que neces sitou do serviço do consórcio é do vendedor Gerselino dos Santos, de Catanduvas. O vendedor comenta que buscou ajudar por um dermatologista, "na minha cidade não é possível conseguir este tipo de consulta e aqui eu só consegui pois a minha doença estava em estado grave", afirma. Segundo Santos normalmente é preciso espero cerca de um ano para conseguir este tipo de consulta. Justificativa De acordo com o coordenador do Cisop, Pedro Jorge de Oliveira o serviço atende dentro da sua capacidade. "Sabemos que existem muitas necessidades, pois o número da população que precisa de atendimento também aumentou, mas estamos fazendo o que podemos para resolver os problemas",afirma. Quanto a liberação de exames o co ordenador afirma que acontece conforme a autorização de cada município. "Aqui em Cascavel número de exames liberados por mês chega a 3.500", diz Oliveira. De acordo com ele o Cisop é um prestador de serviço dasaúde pública, mas que muitos atendimen tos não são de responsabilidade deste setor. "Muita pessoas reclamam pela demora de exames, mas tem casos que a saúde pública não cobre", ressalta. Em relação as especialidade de maiorprocura no Cisop o coordenador argumen ta, "não é possível generalizar apenas uma área, são 22 especialidades é a procura por consultas é grande em todas elas", considera Oliveira. A falta de agilidade ainda é questionada por pacientes que necessitam do serviço CISOP Fila é principal reclamação Principal queixa é ter que aguardar muito tempo na fila GAZETA DO PARANÁ