SEGURANÇA PÚBLICA Legislativo fecha cerco a Delazari CONFISSÃO ISTO POSTO paulomartins@certto.com.br Paraná aparece entre os três estados que menos investem O Argentino, incerto de sua opção sexual, vai consultar-se com um médico... - Doctor, tengo un problema: no sé si soy homosexual y quiero saber si usted me puede hacer un test.- Bueno, vamos a ver. El médico le agarra un testículo y le dice: Diga noventa y nueve.- Noventa y nueve.- El médico le agarra el pene y le dice: Diga noventa y nueve.- Noventa y nueve.- El médico lemete el dedo en el "anal" y le dice: Diga noventa y nueve. Uuuuuno... doooos... treeees...cuaaaatro... - Garçom...Mais uma gelada, por favor ! MESA DE BAR No passado o PT de Lula condenou o Proer. Hoje, inspira-se naquela idéia alheia na tentativa de resistir a crise. Mas, como seu partido não abdica do monopólio tanto da mentira como da verdade...busca um nome singular para o "pacotão". ***Molecagens não são raras no comportamento de Lula. Quan do da revelação da crise americana ele debochou de Bush. Custou caro para o Brasil. E custará mais ainda. Estamos pagando mais caro por tudo, devido a uma inflação que sua "molecagem" resiste em admitir. *** Que o leitor anote: Fernando Collor está de "malas prontas" para a grande viagem de volta. E não por sua própria iniciativa, mas por incentivo de várias correntes brasileiras. Já "está na praça" a lembrança de que seu erro, considerado como "corrupção", não passou de um carro Elba que aceitou como presente. E em torno do confisco, já está montada a alegação de que "devolveu cada centavo". *** Que pasme o leitor, mas o "diário oficial" do governo Lula, o Jornal Nacional, divulgou que a inflação de setembro nãopassou de ZERO VÍRGULA VINTE E SEIS. E seus apresentado res, após a "notícia", não contaram a do papagaio. *** Ângela Guadagnin, a dançarina do PT na Câmara Federal, foi eleita vereadora em São José dos Campos. O eleitor de lá deve ter considerado aquela velha frase que afirma que certos políticos são como fraldas, por isso devem ser trocados constantemente e pela mesma razão. *** A incompetência do sistema de governo brasileiro segue não conseguindo bloquear celulares em presídios ou mesmo evitar a entrada desses aparelhos nesses locais. *** O tema segurança estimula-nos a lembrar da "desastrada", coman dada pelo Sr. Delazari no Paraná, que até hoje não apresentou à sociedade os assassinos da Jô ­ a líder de acampamento, morta a tiros por integrantes do MST, e sua filhinha de seis anos que teve o crânio esmagado por pancadas de coronha de fuzil - e, mais re centemente em torno do massacre de Guaíra, no qual morreram vários inocentes e não apenas traficantes, como ele insistiu a bor do de despudorada maldade. "Silêncio total". Num país sério teria sido demitido a bem da segurança pública. *** Cascavel não deixará de estar representada na Assembléia, após a rasteira aplicada pelo deputado Edgar Bueno que em troca de sua carreira decidiu abandonar o cargo para o qual foieleito e disputar a Prefeitura. O professor José Lemos, Presi dente da APP Sindicato, devido ao convite de Requião a Ênio Verri para que reassuma a Secretaria de Planejamento, deverá, como suplente, ocupar a vaga de deputado estadual. *** E ainda no embalo das eleições, não está afastada a possível candidatura de Salazar Barreiros à Assembléia Legislativa em 2010, sustentado por slogan que venha garantir ao eleitor: DEPUTADO PARA MANDATO INTEIRO. *** Marquinhos Damasceno, eleito vereador em Cascavel, foi por mim entrevistado no programa Linha de Frente da Tarobá Cabo, canal 18. Ao perguntar-lhe se pautaria sua atuação pelo "amém a tudo que fosse do interesse do futuro prefeito, já que era seu sobrinho", respondeu rápido: - Na verdade sou sobrinho da Lorita, esposa dele. KETCHUP AVISEM O LULA: O nome certo de um dos possíveis futuro presidente dos EUA é Barack Obama e não Barraca da Brahma! GRIFE Segundo as páginas, na data em que a Constituição completou vinte anos, Lula veio a público para afirmar que: "Seria difícil governar com a Constituição Federal preparada pelo PT." Disse ainda que o Partido dos Trabalhadores chegou ao Congresso com uma proposta de Constituição pronta. Se fosse aprovada, seria mais difícil governar. "Como um partido de oposição que nunca havia chegado ao poder, tínhamos soluções mágicas para todas as mazelas do país", completou. Há vinte anos atrás eu já escrevia, além de criticar em radio e televisão, que o PT deixava evidenciado ser composto por um bando de moleques, em razão de suas "fantasias apelidadas de propostas". Torciam o nariz e até ameaçavam. Hoje aí está a "confissão confessada" pelo próprio "moleque-chefe" e, "moleque" já que não se tratava de proposta e, sim, de molecagem. É ele próprio quem hoje concorda. RECURSOS FEDERAIS Oposição cobra governador ECONOMIA E-mail: politica@gazetadoparana.com.br Telefone: (45) 3218-2534 5 GAZETA DO PARANÁ - Sexta-feira, 10/10/2008 - Paraná POLÍTICA DA REDAÇÃO CURITIBA Líder em exercício dabancada de oposição ao governo do Estado na Assem bléia Legislativa, o deputado Élio Rusch (DEM), defende uma maior articulação do governador Roberto Requião junto à União nesta fase deelaboração do orçamento federal de 2009. Segundo o de putado, uma ação integrada entre Executivo estadual e abancada paranaense em Brasília poderia melhorar a situ ação do Paraná em relação, por exemplo, ao estado deSanta Catarina. A constata ção do líder oposicionista foi feita a partir da análise de um estudo elaborado pelo GrupoIntegrado de Ações Federati vas do Paraná, coordenado pela Associação Paranaense de Imprensa (API)."Enquanto Santa Catari na receberá recursos paratreze obras de infra-estrutura bancada pelo governo fe deral, o Paraná terá apenas uma obra, a construção da nova ponta que liga Foz doIguaçu ao Paraguai", con cluiu Rusch. "O Estado só se desenvolve se tiver obras de importância estratégica einfelizmente estamos es quecidos", completou. Outro ponto destacado pelo deputado é com relaçãoàs obras propostas pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo Rusch, o estado de Santa Catari na foi contemplado no PACcom 21 ações para o desen volvimento e crescimento, enquanto que o Paraná tem apenas 12. "Não falo de valores, e sim na quantidade de obras. Santa Catarina irá receber o dobro de ações em relação aoprevisto para o Paraná. O go verno federal dá recursos para que Santa Catarina se desenvolva cada vez mais". Desinteresse Rusch criticou a falta deinteresse de Requião em bus car uma aproximação com ogoverno federal. "Cabe ao go vernador a articulação com abancada federal e principal mente com os Ministérios. Éde responsabilidade do governador a mobilização jun to aos ministérios no ato da elaboração do orçamento.Quando o orçamento é envi ado para votação na Câmarados Deputados ele pratica mente já está pronto, já foi discutido, não tem muito mais a ser feito", afirmou. Na opinião do deputado, "o Paraná tem que participar de forma muito mais direta da elaboração do orçamento. Temos dois ministros, PauloBernardo e Reinhold Stepha nes, 30 deputados federais e3 senadores, mas conseguimos muito menos do que de veríamos, pois o governador não tem bom entrosamentocom grande parte da banca da federal". Brigas prejudicam Aproveitando o discursode Elio Rusch, o líder da bancada dos Democratas, depu tado estadual Plauto Miró AMIRA MASSABKI DA REDAÇÃO - CURITIBAA divulgação de um relatório anual do Fórum Nacio nal de Segurança Pública a respeito dos investimentosdos estados no setor, divulga do ontem no jornal Gazeta do Povo, tomou maior parte dasessão matutina desta quintafeira na Assembléia Legislati va. O Paraná aparece entre ostrês estados que menos inves tem em segurança, na frente apenas do Piauí e Ceará. A reação de deputados dabancada de situação e oposição foi praticamente a mes ma: cobrar da Secretaria deSegurança um panorama ofi cial sobre a criminalidade praticada em todo o território paranaense. A omissão incluios números exatos de homicídios, agressões, crimes contra o patrimônio, tráfico, furtos, entre outros. Os "arqui vos" do crime guardam dados referentes aos anos de 2005,2006 e 2007, e não são divulgados pela secretaria, confor me orientação do própriochefe da Pasta, Luiz Fernan do Delazari.Desde maio que a comis são de Segurança Pública da Assembléia cobra do governo essas informações. O pedido foi feito seguidas vezes e atémesmo um requerimento for mal foi entregue ao secretário pelo presidente da comissão, deputado Mauro Moraes(PMDB), e pelo líder do gover no na Casa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB).Durante a sessão de on tem, Mauro voltou a cobrar os números "desconhecidos" da criminalidade no Paraná ecomentou que há cinco me ses o governo omite os dados. O próprio líder do governoreconheceu a omissão do se cretário e propôs ao colega de partido uma nova tentativaem conjunto com o presiden te e o primeiro secretário dolegislativo, deputado Alexandre Curi (PMDB). Justus dis se que não sabia da negativa do governo em entregar as informações. Nem mesmo o líder governista descartou a possibilidade de o plenáriovir a aprovar um requerimen to para convocar Delazari a prestar esclarecimentos aos deputados. RecursosSegundo o anuário do Fó rum Nacional de Segurança Pública, o Paraná investiu 6,5% do seu orçamento naárea. No entanto, o documento mostra que a aplicação poderia ser ainda maior. O legis lativo aprovou, na proposta orçamentária para 2008, uma emenda que aumentou emmais R$150 milhões os recursos destinados ao setor. Ainda assim, o volume total dis ponível não foi aplicado. "Não é uma questão a serlevantada apenas pela oposi ção. A situação também tem que fazer sua parte e cobrardo governo os dados completos a respeito dos investimen tos em segurança pública", disse o líder da oposição em exercício, deputado Élio Rush (DEM). Para o orçamento de 2009, Moraes afirmou que novamente vai apresentar emenda para aumentar emmais R$200 milhões os recur sos disponíveis para aplicar em segurança pública. "Esse acréscimo pode ser utilizadona compra de novos equipa mentos para a policia militar,viaturas e até para a contratação de mais policiais", de fendeu. Secretário de Segurança Fernando Delazari GAZETA DO POVO Guimarães, lamentou que o governador Roberto Requião tenha divergências com grande parte dos deputados federais e senadores e porisso não busca um entendi mento para trazer recursos para o Paraná."Nos preocupa ver os es tados conseguir recursos para obras junto ao orçamento da União. Enquanto os outrosestados, os governadores estão em sintonia com a banca da federal, aqui isso nãoacontece. O governador é brigado com boa parcela da ban cada e isso traz prejuízos para o Paraná", afirmou. Em sintonia com o líderda oposição, Plauto Guima rães confirma que a únicaobra nova que o governo fe deral irá realizar no Paraná é a construção da nova ponteque vai ligar o Brasil ao Paraguai. Enquanto isso em San ta Cataria há a construção e adequação de vários trechosde rodovias e principalmen te a dragagem e a construção de berços de atracação nos portos catarinenses."O governo do estado vizinho buscou recursos do governo federal para a rodovia BR 282 que vai até a fronteira com a Argentina. Esta estrada se faz necessária para que a Argentina use os portos de Santa Catarina", acrescentou Rusch, lembrando que o go verno federal também será responsável pela liberação de recursos para a dragagem dos portos de Imbituba, Itajaí e São Francisco. A VER NAVIOS"O atual superintendente da Appa, quando assumiu, rom peu o contrato que tinha com a empresa que fazia a dragagem no Canal da Galheta. Desde então, o calado tem diminuído. Já foi de 14 metros e hoje está em 11,3. Estamos aqui a ver navios indo para Santa Catarina e o governo estadual nada faz pelo Porto de Paranaguá", criticou Plauto Guimarães.